Artigos Inacianos

 

38.

ARTIGO, Impressões sobre Etapitas

Ao chegar de viagem, subi, pois, essa pequenissima serra que se transforma nesse gigantesco Altar Verde circundando a Casa de Retiros. Ah ! Os Exercicios Inacianos, a partir do momento que conseguimos pratica-los somos inundados de uma paz interior, um resgatar, a busca incessante do Eu. Para ler, clique aqui..


37.

ARTIGO, Especial JMJ2013

A comissão para a organização do MAGIS/13 foi composta há quase um mês pelo Provincial do Brasil e reuniu-se no dia 14 de março para encaminhar e organizar este evento da Companhia de Jesus no Brasil.Para ler, clique aqui..


36.

ARTIGO, O Chamado e a Cura da Sogra de Pedro

Lá naquelas margens do Mar da Galileia quanto encontrastes Simão e André, Tiago e João pescando o pão de cada dia, olhando-os, aproximou-se; ouvindo-os, tocando-os, convidou-os para uma amizade profunda, que faria deles pescadores de homens. Para ler, clique aqui..


35.

ARTIGO, Disponibilidade Inaciana para a Missão

Para que servem os exercícios, de uma maneira geral? “Para ficarmos melhores... Nos esportes, na matemática, na vida!” – responderam os jovens presentes do sábado, dia 03 de outubro, no Centro Loyola. Para ler, clique aqui..


34.

ARTIGO, Maria, embaixadora do diálogo inter-religioso

IHU

Maria é uma figura espiritual a qual muitos cristãos fazem referência.Miriam também é uma personagem-chave na religião muçulmana. Sem esquecer que Maria era judia.  Para ler, clique aqui..


33.

ORAÇÃO, JEJUM, ESMOLA: o dinamismo de uma vida “ordenada”

P. Adroaldo Palaoro, S.J.

Quaresma é tempo favorável para ordenar a própria vida na direção do sonho de Deus para toda a humanidade. Para que este processo de ordenamento aconteça, o tempo litúrgico quaresmal nos convida a “considerar” as nossas relações vitais: com Deus, com os outros, com o mundo e consigo mesmo.
No Evangelho fala-se das “práticas quaresmais” da oração, esmola e jejum, onde nossas relações são iluminadas e questionadas pelo modo de proceder de Jesus. Que sentido tem, para nossa cultura, estes três gestos que são propostos para uma vivência fecunda da Quaresma? Para ler, clique aqui..

 


32.

Vida Inaciana

Pe. J. Ramón F-Cigoña sj

Nosso querido amigo, Pe. J. Ramón, sj que foi transferido para a ETE (Escola Técnica de Eletrônia) em Santa Rita do Sapucaí, MG, está passando por um período forçado de descanso e preparação para uma cirurgia cardíaca na sexta-feira, dia 20/AGO. Diz ele em seu e-mail:

"Interno no Hospital Regional de Pouso Alegre/MG na quinta-feira (na parte da tarde); na sexta de manhã entro em cirurgia (6 horas!), e depois se tudo sair bem, UTI (provavelmente 72 h.), quarto (dois ou 3 dias) e se Deus quiser estarei em casa no 28/AGO. Estou confiante nas mãos de Deus e dos homens!Grande abraço. Pe. J. Ramón sj"

Nesse tempo de repouso, Pe. Ramón, sj nos brinda com uma série de textos que reflete bem este período em sua vida. Para ler, clique aqui..


31.

O que é espiritualidade?

Helber Augusto  

É um desafio tentar descrever em poucas linhas um tema que muitas vezes não se tem uma explicação lógica ou teológica definitiva. É um tema que acima de tudo precisa ser vivenciado para poder ser compreendido com clareza. Nunca conseguiremos esgotar o que seria de fato a espiritualidade. Mas o que seria a Espiritualidade?

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30.

Meditação: O Sermão da Montanha

Leandro Cunha 

Santo Agostinho dizia que as “bem aventuranças”, discurso de Jesus conhecido como Sermão da Montanha, é o código da moral cristã. Santo Agostinho nasceu em 354 e morreu em 430. Assim, o “perfume” de Jesus ainda exalava pelo ar naquela época.

Vamos meditar sobre as “bem aventuranças” ?

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29.

Espiritualidade Inaciana

Pe. J. Ramón F. Cigoña sj

Num mundo globalizado e religiosamente pluralista, encontramos diversas posições mesmo nos seguidores de uma mesma Igreja. Membros de uma mesma denominação religiosa mantêm posturas tão diferentes entre si (fundamentalistas, incoerentes, místicas...) que mal se entendem e, às vezes, descobrem maior afinidade entre os iguais de religiões diferentes do que entre os desiguais da mesma expressão religiosa.

Na Igreja Católica se dão alternada ou simultaneamente espiritualidades que se apresentam historicamente como formas válidas de viver o Evangelho.

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28.

JESUS E A TRAVESSIA DO MAR (Jo 6,16 – 21.)

Anna Wolter

Graça a pedir: O conhecimento interno de Jesus Cristo. Conhecê-lo para reconhecê-lo em Tudo!

Para rezar o texto de João como Santo Inácio nos ensina, faz-se necessário analisar a cena: Jesus e a travessia do mar - Jesus fica na outra margem do lago de Genesaré, ou Tiberíades, e despede os discípulos ao anoitecer.

Vamos imaginar, compor o lugar com aquilo que a imaginação trouxer, deixando a imaginação rezar.

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27.

A Indiferença Inaciana

Adriano Vaz Netto

Para se alcançar, se assim podemos nos expressar, a chamada “indiferençainaciana”, o Principio e Fundamento dos Exercícios Espirituais de Santo Inácio, nos diz que é necessário nos “fazermos indiferentes” (onde movemos a nossa vontade) e, ainda, também é necessário acolher a graça de Deus.

O fato de nos ser dito que é necessário “se fazer” isso não quer dizer que basta ter vontade, ou querer, e muito menos adotar um voluntarismo que prescinde da graça, ainda mais, quando estamos transitando no campo espiritual, e onde essa “indiferença”, que se busca, não é fim em si mesmo mas meio para um fim, ou seja o maior louvor, serviço e reverência a Deus. Sim, para Inácio, Deus é o absoluto, e para esse absoluto tudo o mais se refere, desde o homem, como criatura até e também todas as demais coisas criadas.

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26.

A Eucaristia - Páscoa cristã em plenitude

Anna Wolter

A Eucaristia é fonte de Graça e seus relatos no Primeiro Testamento deixam transparecer um longo caminho antecedente que necessitamos trilhar para compreendermos o núcleo de nossa fé. Iniciamos essa reflexão examinando de que forma o memorial de Jesus usa e transforma a Primeira Aliança, numa leitura contextualizada da abrangência da eucaristia, observando as formas concretas deste cenário de origem para uma inserção viva e dinâmica no ato celebrativo vital das comunidades cristãs.

 

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25.

Contemplando o Caminho da Paixão

Anna Wolter

Lançando o olhar para os dias que antecederam a Nova Páscoa, olhar iluminado pela Ressurreição do Filho de Deus, me pergunto como Ele chegou até o local de sua aflição final...

Jesus, o Santo, subiu ao Gólgota, foi crucificado, foi torturado, morto, sepultado. Essas palavras fazem parte do nosso Credo. Foi assim e as repetimos a cada dia, há mais de 2000 anos, fazendo a memória da traição humana.

Peço a Graça de caminhar com o Senhor sentindo profundamente confusão e dor porque, por meus pecados, Ele caminha para a cruz (EE 193). É sempre uma grande tristeza lembrar, saber, rezar cada detalhe do que aconteceu com o meu Deus. Mas torna-se indispensável, pois a Ressurreição passa pelo Calvário.

Contemplo agora o Caminho para o Calvário.

 

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24. Crise de Meia Idade - O grito

Demônio meridiano ou a crise da meia-idade

J. Ramón F. Cigoña sj

Muito se tem falado e escrito sobre a crise experimentada por aqueles que se aproximam da metade da vida. A idade madura é caracterizada por determinantes específicos tais como força pessoal, eficiência no trabalho, responsabilidade, interioridade e nas mulheres também por certas repercussões fisiológicas e psicológicas particulares. Os posicionamentos afetivos, vividos nas etapas precedentes, passam, agora, a ser percebidos diferentemente quando não se conta mais com a energia e a força de vontade inerentes à juventude. Contudo nessa idade, entre os 40 e os 50 anos, somos chamados a vivenciar novos relacionamentos, mais profundos e complexos que os anteriores, por ser maior o campo de visão. Na verdade, quando diminuem as próprias forças, abre-se a possibilidade de confiar mais nos outros e também em Deus.

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23.

Exame de Consciência

Leandro Cunha

A Espiritualidade Inaciana desenvolve vários exercícios meditativos eOrvalho - Exame de consciênciacontemplativos, cada um mais profundo que o outro e com pequenos desdobramentos de alto significado. Cada exercício tem suas características próprias e leva o praticante a se conhecer melhor e a fazer melhor uso de sua liberdade ao encarar os problemas cotidianos da vida sem mistérios e sem mentiras.

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22.

Regras para Sentir com a Igreja

Pe. J. Ramón F. de la Cigoña sj

As “regras para sentir com a Igreja” (EE 352) foram escritas por Inácio em 1534, numa Paris animada e perturbada pela iniciante Reforma luterana. O contexto, pois, destas regras é o de uma exultação espiritual “carismática” por parte de alguns e o exercício da própria subjetividade por parte de outros. Os costumes tradicionais da sociedade e as normas “oficiais” da Igreja eram os condicionamentos sociais de então para não extrapolar o estipulado. Desse entrechoque de experiências surgem a Reforma protestante e a Contrarreforma católica, como centros polarizados. As “Regras para sentir com a Igreja” são a síntese mais pura e honesta desse confronto.

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21.

Eucaristia e Existência Cristã

Pe. Mário de França Miranda sj

Confessamos, como católicos, ser a eucaristia “fonte e centro de toda a vida cristã”. E, contudo, a afirmação de nossos lábios não consegue ser traduzida para nossas vidas. O crido não se torna vivido. O que sem dúvida desacredita, não o sacramento, mas a nossa confissão. Podemos nos perguntar: porque experimentamos hoje tal dificuldade, quais as causas históricas ou teológicas que separaram a eucaristia da vida cotidiana, como uma celebração gratificante pode se tornar uma obrigação eclesial, de onde brota esta tendência de assemelhar a celebração eucarística a shows televisivos ou a espetáculos emotivos?

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20.

A graça da vocação

Pe. J. Ramón F. de la Cigoña sj

Em ziguezague eu caminhava totalmente perdido pelas estradas do mundo! Meu ponto de partida ficava distante, imerso na penumbra do tempo, e já não mais se via. Na minha frente mil e uma possibilidades, todas elas perdidas. O tudo era nada e o nada maliciosamente tudo! Assim era minha vida!

Como uma criança, o primeiro que via, amava. Era o momento, apenas fragmentos de uma existência... Com o tempo, não me saciavam! Quantas vezes convertia-me naquilo que avistava e quando me olhava assustado percebia que estava vazio. Nada! Nada havia! Apenas um imenso deserto me ocupava!

 Continua...


19. Pérola preciosa CP

Transparência Divina

Pe. J. Ramón F. de la Cigoña sj

O ser humano é complexo e o seu interior quase infinito. Contudo, esta imensidade experimentada parcial e pontualmente no dia-a-dia é mais sentida do que verbalizada. Somos profundos e místicos, mas também limitados; espirituais e transcendentes e, ao mesmo tempo, concupiscentes e carnais. Esta mistura santa e pecadora possibilita variantes infindas que, por desgraça, são mais negativas do que positivas; repetitivas e não muito criativas. Como experimentar o gratuito, sempre grande e unitivo e não ficar no egoísmo, sempre pequeno e disjuntivo? Como sair da sufocadora mesmice e deixar-se levar pela força da complexidade? Se estamos tocados irremediavelmente pelo pecado, muito mais o estamos pelo poder da graça! Cristo ressuscitado supera infinitamente as humanas limitações e incoerências do primeiro Adão e de seus descendentes!

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18.

A Experiência do Espírito

Pe. Mario França de Miranda sj

O cristianismo teve início a partir de uma experiência salvífica, feita com Jesus Cristo, por parte dos primeiros discípulos. Experiência que exigiu partilha de vida, seguimento e discipulado existencial e não teórico. As Escrituras Sagradas apenas tematizam os vários elementos presentes nesta experiência, com o fim de torná-la acessível a outras gerações. E toda a rica tradição da Igreja representa, no fundo, a sedimentação das experiências de nossos antepassados na fé. Daqui já podemos entender a grande importância da experiência salvífica para o cristianismo.

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17.

Inácio de Loyola e o Diálogo Inter-religioso

Pe. Mario de França Miranda sj

 

Introdução: horizontes diversos.O tema parece, à primeira vista, querer relacionar dois pólos que nenhuma conexão mútua realmente apresentam. Primeiramente pela distância temporal entre o século XVI e o início do século XXI. Em seguida pela diversidade cultural entre a mentalidade católica européia de então e a consciência planetária hodierna no que diz respeito às religiões. A convicção tranqüila de ter a verdade e a possibilidade única de salvação, já que a ausência do batismo incapacitava os pagãos a serem cidadãos do céu, refletia-se nos desejos e nos sonhos do cavaleiro de Cristo de ir para terras não cristãs, proclamar o Evangelho e converter seus habitantes para o cristianismo. Nada mais natural e condizente com a consciência histórica de seu tempo

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16.

Vida e obras de Santo Inácio de Loyola (1491 - 1556)

Pe. J. Ramón F de la Cigoña, sjSanto Inácio

1. Geografia e história. Conhecer o contexto das pessoas é fundamental para entendê-las por dentro e não se assustar com o que expressam. Espaço e tempo, geografia e cultura dominante configuram o mais profundo das pessoas. Corpo e alma, emoção e sensibilidade são determinados, muitas vezes, pelo contexto que nos rodeia. Íñigo(primeiro nome de Inácio) López de Loyolanão fugiu dessa regra universal.

Temos raízes profundas afincadas na terra em que nascemos e vivemos. Dela extraímos não só a vida, mas também o gosto e o desgosto que sentimos.

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15. Converso Espiritual

Da conversão à conversação espiritual

Pe. J. Ramón F de la Cigoña, sj

1. Introdução. Vivemos num mundo, onde a experiência e a palavra ocupamlugares privilegiados. Quem consegue expressar sua própria realidade e a realidade que o circunda não só consegue entender o acontecido, mas também, o consegue dominar. A Bíblia nos diz que o homem, dando nome às criaturas ficava senhor delas (Gn 2, 19-20). Quem é capaz de dar nome às coisas ou acontecimentos possui uma segurança e um conhecimento maior do que aqueles que não o fazem.

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14.Sombras na oração

Sombras na oração

James Martin

Christopher Hitchens, escritor ateu, autor de God Is Not Great (Deus não é grande), não foi o único a se perguntar, após ler algumas seleções do livro, se a "santa dos desamparados" era uma atéia encoberta. Inclusive devotos católicos tiveram dificuldades para entender como  a Madre Teresa, considerada um modelo da fé, podia ter sentido uma sensação de  abandono da parte de Deus. Enquanto alguns católicos viram seu exemplo como de fidelidade digna de se destacar, outros se sentiram perturbados ao ler frases como: "Não tenho fé". Uma mulher me perguntou: "Como posso rezar, quando ela não podia crer?"

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13.artigo13

Graça divina e decisões pessoais

Pe. J. Ramón F. de la Cigoña sj

Pelágio (360? – 420?) e seus seguidores afirmaram não precisar da graça divina para levar a frente a própria vida: “O homem não precisa de Deus para fazer o bem!” diziam. Foram orgulhosos, auto-suficientes e por isso excluídos da comunhão da Igreja, santa e pecadora.

Mais tarde, outros cristãos chegaram a afirmar totalmente o contrário: Deus não precisa do homem para este fazer o bem! É o máximo de pessimismo na natureza humana e levava a uma passividade alienante. Este desprezo da liberdade do homem é também alheio à doutrina da Igreja.

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12.

Aplicação dos Sentidos

Pe. J. Ramón F. de la Cigoña sj

Encontramo-nos diante de um método de oração profundamente estudado equestionado na história da Companhia. Por ser dos "sentidos" alguns diziam que era um método de oração inferior por não pertencer à esfera da "razão". Outros pensavam que nos encontrávamos diante de um método que nos introduzia na mais alta mística, por colocar a pessoa em contato com os "sentidos espirituais". Contudo, é bom precisar de que Inácio não fala dos "sentidos espirituais", mas dos "sentidos da imaginação".

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11.

O coração de Santo Inácio e o nosso coração

Pe. J. Ramón F. de la Cigoña sj

Há corações fechados a Deus e aos outros.

Há corações endurecidos , duros como a pedra, incapazes de escutar e compreender os outros, como o do Faraó do Egito (Ex 9, 35).

Há também corações semi-abertos(abertos a Deus e fechados aos outros ou vice-versa) ou corações abertos a Deus e os outros. Mas também há corações traspassadoscomo o de Jesus e o dos mártires, seguidores do Senhor. Só é capaz de dar a própria vida, quem muito ama!

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10.

Místicos e Engajados

Pe. J. Ramón F.-Cigoña sj

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Vivemos numa época marcada por grandes mudanças de alcance global que impactam não só culturas e economias, mas também à família e à própria Igreja. Uma crise colossal de sentido, desprovida de valores, tem relativizado tudo e todos. Esta sociedade em constante ebulição e mudança se define como pós-moderna, pós-cristã e até pós-humana. Dinheiro e prazer, diversão e ócio são os maiores anseios de muitos. A palavra “compromisso” se fez rara e deu lugar a outras formas de ser e conviver.

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9.

Nos umbrais da mística

Pe. J. Ramón F.-Cigoña sj

Vivemos numa sociedade secularizada e ao mesmo tempo seduzida pelos mistérios da Ciência e da Fé. Novas experiências genéticas, biológicas, mentais e espirituais seduzem enormemente a muitos.

O desejo de felicidade e gozo é algo comum aos humanos independente da sua crença ou da sua ciência. O jovem sonha em ser afortunado e não poupa esforços para que isso aconteça. Os adultos sentem o cansaço do caminho percorrido e sabem que a felicidade é coisa rara de ser encontrada. Enfim, os mais velhos provavelmente dirão que precisariam de mais tempo para localizar essas utopias sonhadas. A vida é curta para os nossos desejos!

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8.

Três modos de orar

Pe. Chercoles sj

1º modo de orar. Sobre os Dez Mandamentos, os sete pecadoscapitais, as três potências da alma e os cinco sentidos corporais. Este modo de orar é mais dar forma, modo e exercícios pelos quais a pessoa se prepare e aproveite para que a oração seja aceita, do que propriamente uma forma ou modo de orar.

 

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7.

Anotações dos EE

P. Chercoles sj

Anotações para se adquirir alguma compreensão dos ExercíciosEspirituais e para ajudar tanto a quem os dá como a quem os recebe.

alguma compreensão - Não pretende desenvolver todo o método

para ajudar... Ponto básico de referência tanto para quem dá os EE como para o que os faz.

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6.

Princípio e Fundamento

Pe. J. Ramón F.-Cigoña sj

Qual é sua origem e ponto de partida? De onde vem e para onde vai? O que lhe consola (“con-solo”= com chão!) definitivamente? Tem consciência de ser limitado e de viver junto de outros seres limitados e criados? Qual é o seu Princípio e Fundamento, sua base?Estas perguntas, respondidas adequadamente, podem fazê-lo caminhar. Caminhar é sair de um lugar e chegar a um outro melhor e mais libertador. “Sai da tua terra e vai....” Que “terra” você deve deixar?

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5.

A força da metodologia nos Exercícios Espirituais

CEI - ITAICI

A metodologia dos Exercícios Espirituais (EE) é fruto do itinerário espiritual de Inácio de Loyola, cujos efeitos ele mesmo experimentou e quis partilhar. A Igreja reconheceu os EE como um dom do Espírito, conforme à Tradição e às Escrituras, recomendando-os repetidas vezes a leigos, religiosos e clérigos.

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4.

A Vida de Santo Inácio de Loyola

Iñigo Lòpez de Oñaz y Loyola nasceu em 1491 no Castelo de Loyola, perto da cidade de Azpeitia, na Biscaia, em Espanha. Cresceu numa família católica, sendo o mais novo de 13 irmãos, filho de Beltrán  Ibañez  de Oñaz e Loyola e Marina Sánchez de Licona, tinha 5 irmãs e 6 irmãos.  A mãe morreu quando ele tinha 6 anos e o pai quando tinha 16 anos. A sua infância foi de menino da nobreza. Aos 16 anos foi completar a sua educação em Arévalo, como pagem do tesoureiro real Juan Velázquez  de  Cuéllar a quem acompanha à corte, levando uma vida mundana, buscando prestígio, honra e fama. De modo especial admirava D. Catarina de Áustria, irmã mais nova do Imperador Carlos V e futura Rainha de Portugal. 

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Ver em power point (apresentação de slides)


3.

Inácio de Loyola: universitário e universal

Pe. J. Ramón F.-Cigoña sj

Pouco se fala desta experiência de Inácio na Universidade, poucos anos após a sua conversão, e o que ela significou para si e para os outros. A universidade não é algo alheio nem a Inácio nem aos jesuítas. A Companhia de Jesus não só nasceu de um grupo de universitários como também mantém ainda hoje a direção de bastantes instituições universitárias no mundo. No Brasil há seis: ESAN e FEI/SP; CES/BH; PUC/RJ, UNICAP/Recife e UNISINO/RS. Todos os primeiros jesuítas foram universitários da famosa Sorbonne de Paris.

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2.

Modos de proceder

Pe. J. Ramón F.-Cigoña sj

A vida de Inácio de Loyola manifesta claramente a qualidade excepcional da sua experiência de Deus e coloca em evidência as tramas espirituais que a movem. O que cremos e queremos ser revelam espontaneamente a categoria da nossa vida. Acompanhemos, pois, o peregrino Inácio, aquele que um dia se entregou generosamente a Deus e vejamos na sua vida, a qualidade e profundidade de sua experiência espiritual. Vendo o seu modo de proceder também poderemos confrontar o nosso proceder com o dele e ver se a vida que levamos tem a ver com a experiência dos Exercícios Espirituais que um dia fizemos.

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1.

Inácio de Loyola em Jerusalém

Pe. J. Ramón F.-Cigoña sj

Em 1996 a cidade santa de Jerusalém celebrou 3.000 anos de história; data ligada somente a acontecimentos histórico-religiosos que aconteceram nela e a partir dela. Jerusalém, à beira do deserto de Judá, não possui qualidades geográficas importantes (porto de mar, riquezas, rio, etc) que a façam significativa ou interessante. Aqui, o patriarca Abrão encontrou “Melquisedec, rei de Salém, sacerdote do Deus Altíssimo...” (Gn 14, 18), e por séculos, sua população jebusea viveu da água límpida brotada da sua única nascente, a modesta Kihon, ao pé do monte Ofel.

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