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Ágape como possível meio de comunicação simbolicamente generalizado na economia de Comunhão – uma primeira aproximação
Iracema Andréa Arantes da Cruz
Analisamos três entidades sociais – a família, a sociedade, o Estado -, em seus aspectos sociais, econômicos e políticos, procurando relacionar suas atividades específicas com a construção do bem comum, princípio de caráter constitucional.
Como método de análise, adotamos o conceito sociológico de função social (Durkheim, Malinowski, Radcliffe-Brown ), pela qual essas entidades coexistem dentro de um sistema finalista de ações conexas.
A interação daquelas instituições assegura a construção de uma sociedade fraterna, pluralista, fundada na harmonia social, visando atingir o bem comum (cf. Preâmbulo da Constituição Federal).
Fábio Régio Bento
Entre os atores internacionais não estatais está também o Movimento dos Focolares, escolhido neste artigo como nosso objeto de investigação descritiva e hermenêutica, pela sua influência em vários setores, inclusive o econômico-internacional, onde se insere a experiência da Economia de Comunhão (EdC). Trata-se de artigo sobre o Movimento dos Focolares como sujeito coletivo, apresentado e interpretado em chave internacionalista, onde o autor procura identificar alguns dentre os possíveis motivos de sua difusão no mundo e seu papel como promotor de unidade entre sujeitos coletivos diferentes nas regiões de fronteira, compreendidas como espaços fixos ou móveis (fronteiras culturais) de encontro entre sujeitos diferentes.
Sergio Proença Leitão
“Jesus era um grande biólogo”
Maturana, 2001:35
A frase do biólogo Humberto Maturana Romesin, é uma interpretação do saber intuitivo, de origem transcendente, do fundador do cristianismo que, quando falava em viver no reino de Deus, estaria propondo uma vida em harmonia com o conhecimento e o respeito pelo mundo natural que nos sustenta. E isso implicaria, segundo Maturana, em abandonar o discurso patriarcal da luta e da guerra para viver no respeito e na colaboração com plena aceitação da vida.
M. Licia Paglione
O artigo é parte de um mais amplo debate sobre as estratégias de ajuda para reduzir a pobreza e, em particular, sobre os seus perigos potencial de alimentar o fenômeno do assistencialismo, que aprisiona os pobres em um estado de inferioridade e dependência (Moyo 2010 ), não só econômica, mas também e sobretudo psicológica e social. O artigo enfoca um caso de estudo específico, a Economia de Comunhão Liberdade na (EdC), um fenômeno sócio-econômico que, para a prioridade dada à redução da pobreza, pode ser considerado como um fenômeno peculiar de luta contra a pobreza e da ajuda ao desenvolvimento
Maria-Gabriella Baldarelli e Caterina Ferrone
La socialità e l’ accountability: uno sguardo d’insieme
La socialità d’impresa può essere definita come attitudine a soddisfare le aspettative dei soggetti che direttamente o indirettamente siano interessati alla prosecuzione dell’attività aziendale, i quali hanno un interesse al perdurare della vita dell’impresa nel tempo, attraverso l’integrazione volontaria delle preoccupazioni sociali ed ecologiche dell’impresa nelle proprie operazioni di mercato .