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Atualidades >> Reflexões

Gentileza amorosa

Data de publicação: 08/06/2026
Texto: Pe. Washington Paranhos, SJ

Possam todas as criaturas ser felizes e estar em paz, que a sua mente seja feliz. Que qualquer criatura, seja ela móvel ou imóvel, sem exceção, longa, grande, média ou curta, minúscula ou corpulenta, visível ou invisível, que viva perto ou longe, já nascida ou por nascer, que todas essas criaturas – n digo – tenham uma mente feliz. Que ninguém mortifique o outro, que ninguém, em qualquer situação, despreze o outro; que ninguém, por ira ou ressentimento, deseje o mal do outro. Assim como uma mãe defende seu filho, o seu único filho, a custo da própria vida, da mesma forma, em relação a todas as criaturas, deve-se desenvolver uma ilimitada atenção mental e uma gentileza amorosa por todo o mundo. O amor não é algo que se tem ou que se faz, é algo que se é. É uma forma da alma. A forma de quem sabe que existe algo mais importante do que si mesmo, e o busca com paixão absoluta. Esse amor identifica-se com uma exigência insuprimível de relações verdadeiras e justas, que faz colocar o centro de si mesmo fora de si.